Zero ou um? Três!
Confesso ter ficado muda durante todo o processo eleitoral. Mas devo dizer que a intenção foi mesmo essa. Mais do que ficar manifestando suposições sobre fatos truncados, o melhor é escutar e refletir. Foi o que fiz.
Hoje, véspera de eleição, digo que ouvi muito, vi tanto quanto e todos disseram o que quiseram e puderam. Foi escândalo com publicitário, sanguessuga, mensalão, PSDB, Governo FHC, dossiê... uma série de palavras e expressões que passaram a fazer parte do vocabulário popular e do pensamento dos que querem fazer a coisa certa.
Mas a pergunta que me faço hoje é: como acertar com tão poucas opções?
De um lado a decepção de um governo chafurdado na lama, de outro de um vampiro que suga o desenvolvimento nacional com suas ideologias voltadas para o segmento menos necessitado da sociedade.
Lamentavelmente a escolha fica entre o que pode ser menos pior, e já não é a primeira vez. De quando me tornei atuante nessas “decisões”, em 1998, até 2006, lá se vão limitadas possibilidades de eleger alguém com a esperança de que o país se torne um lugar melhor para se viver, o problema é que nunca nada acontece e as histórias de mentiras e ilegalidades se repetem.
Ainda sim acredito que anular não é opção, portanto, amanhã votarei mais uma vez no candidato que acho menos pior... torcendo para que o sonho de um Brasil melhor entre na grade televisiva dos próximos anos.
Confesso ter ficado muda durante todo o processo eleitoral. Mas devo dizer que a intenção foi mesmo essa. Mais do que ficar manifestando suposições sobre fatos truncados, o melhor é escutar e refletir. Foi o que fiz.
Hoje, véspera de eleição, digo que ouvi muito, vi tanto quanto e todos disseram o que quiseram e puderam. Foi escândalo com publicitário, sanguessuga, mensalão, PSDB, Governo FHC, dossiê... uma série de palavras e expressões que passaram a fazer parte do vocabulário popular e do pensamento dos que querem fazer a coisa certa.
Mas a pergunta que me faço hoje é: como acertar com tão poucas opções?
De um lado a decepção de um governo chafurdado na lama, de outro de um vampiro que suga o desenvolvimento nacional com suas ideologias voltadas para o segmento menos necessitado da sociedade.
Lamentavelmente a escolha fica entre o que pode ser menos pior, e já não é a primeira vez. De quando me tornei atuante nessas “decisões”, em 1998, até 2006, lá se vão limitadas possibilidades de eleger alguém com a esperança de que o país se torne um lugar melhor para se viver, o problema é que nunca nada acontece e as histórias de mentiras e ilegalidades se repetem.
Ainda sim acredito que anular não é opção, portanto, amanhã votarei mais uma vez no candidato que acho menos pior... torcendo para que o sonho de um Brasil melhor entre na grade televisiva dos próximos anos.
